Restituição de objetos de arte: alguns exemplos

12/10/2020

2020: Uma rara placa votiva de pedra calcária da Suméria, datada de cerca de 2400 a.C. e saqueada do Iraque, em breve será devolvida pelo British Museum, no Reino Unido, ao país do Oriente Médio.

2014: Dois baixos-relevos maithuna dos séculos IX e X, que retratam amantes entrelaçados e foram furtados de um templo no Rajastão em 2009, foram devolvidos à Índia pelos Estados Unidos. 

2010: Uma máscara Makonde, furtada em 1984 do Museu Nacional de Dar es Salaam, foi devolvida à Tanzânia pelo Museu Barbier-Mueller, em Genebra, na Suíça.  

2006: O totem G’psgolox, pertencente à tribo Haisla, foi devolvido ao Canadá pelo Museu de Etnografia de Estocolmo, na Suécia. Foi o primeiro totem a ser restituído por um país europeu. 

2000: Uma escultura em pedra de Uma Maheshwar do século XII, que representa o deus hindu Shiva e sua esposa Parvati e foi furtada do Nepal em 1982, foi devolvida a este país pelo Museu de Arte Indiana em Berlim, na Alemanha.

1989: Um manto Paracas, um tecido de 2 mil anos furtado do Museu Nacional de Lima, foi devolvido ao Peru pela National Gallery da Austrália.

 

Países Baixos: museus confrontam o passado colonial do país. O Correio da UNESCO, out./dez. 2020.

 

Foto: CC Share Alike 4.0 photo by Carlstaffanholmer